segunda-feira, 1 de dezembro de 2008


Era uma vez um menino, pequeno e inocente, que brincava todos os finais de tarde num pequeno jardim perto de sua casa, acompanhado sempre de perto pelo seu protector avô. Mas exemplo de que nem sempre os que nos amam e que amamos conseguem evitar que nos magoemos, o menino caiu, junto aos pés do seu avô.
Uma pequena esfoladela, foi o resultado. Um pequeno choro de quem pede atenção e mimo surge e o babado avô apressa-se a pegar nele ao colo. Choroso e mimoso, o pequeno pergunta:
- Avô, porque caímos?
O senhor, com um sorriso nos lábios e com uma imensa calma, responde simplesmente:

- Meu querido, nós caímos apenas para podermos aprender a como nos levantar...
Resposta directa, que o pequeno aceitou sem qualquer interrogação, afinal era o seu avô, aquele senhor de cabelos brancos que lho dizia. Para ele era o suficiente.
Que responderiamos nós? Eu, como homem das Físicas, poderia recorrer às experimentações de Isaac Newton para o fazer, afirmar que tudo se poderia explicar pelo simples facto de existir no Universo, uma força tal, que estabelece entre os corpos que o compõe uma atracção mútua, função da sua massa e da distância que separa esses corpos.
Mas vejamos que piada tem esta resposta. Diria eu que é enfadonha e técnica. Acabo por preferir a concisa resposta que o velho senhor deu ao pequeno. Para mim é suficiente=)
Fui feito para tombar, para que do tombo venha um reerguer. E por muito que caia, por muito que tombe, por muito que me façam cair, cá estarei, de novo erguido para que possam tentar de novo, até que um dia, quem o tente acabe por perder!!!

1 comentário:

Anónimo disse...

Decerto k 1 história deveras interessante.
Eu, inda eu, numa das minhas divagações acerca da vida e do como a temos k encarar, comentei isso c 1 colega.
Pois é, a vida é feita de "tombos", mas é com esses tombos k aprendemos a nos erguer. É necessário erguer a cabeça e olhar a vida de frente.
Existem momentos em k tudo parece desmoronar à nossa volta, são os problemas amorosos, familiares e económicos, entre muitos outros... Mas n nos podemos deixar estar muito tempo nesse remoínho de desventuras, caso contrário iremos parar todos ao serviço de psiquitria ali dos HUC com depressões e outros tipos de perturbações.
Eu caí... sofri e chorei no meu refúgio... sozinha para k ninguém visse as lágrimas k corriam sobre a minha face... foram dias enovoados, tristes, cinzentos... mas chega a 1 altura k temos de perceber k n adianda chorar por quem (ou pelo k) nos faz sofrer.
Caí no fundo do poço e só depois de lá ter estado é k percebi k ao tentar alcançar o céu, acabei por me afundar no sub-solo e n me apercebia do quão bom é estarmos ao nível terrestre.
Decidi lutar pelo meu bem-estar e pela felicidade c estas mãozinhas k Deus me deu. Esforcei-me para sorrir para a vida, até k 1 dia reparei k a vida tb me sorria, eu é k andava demasiado distraída com os meus problemas para reparar...
O k conto passou-se cmg e n foi num passado longinquo.
Hj sorrio para a vida sem ter k me esforçar. Qd menos esperamos, boas surpresas nos surpreendem e nos aquecem a alma (e quem sabe se tb n o coração...)
Eu caí e magooei-me... o segredo está em nos sabermos erguer, aprender e sorrir... :)