domingo, 23 de novembro de 2008

Reatar...

Da definição, vem:
Reatar:
v. tr.,
atar de novo;
ligar com reataduras;
prosseguir após interrupção;
restabelecer.
É esta a definição que vem do diccionário, definição simples de um termo também simples.
Afinal, quem não sabe definir facilmente o que significa reatar? Provavelmente sabemo-lo todos, não? No entanto, quando reatamos algo no nosso mundo, seja uma amizade, um amor, um projecto, um sonho, qualquer coisa importante, não conseguimos definir tão facilmente o que sentimos. Mas, normalmente vai de "bom" a "espectacular"...
Hmm, vejamos o caso simples de um atacador de sapato. Começa o dia, calçamos o sapatinho e amarramo-lo, correcto? Correctissimo diria eu... Se, por alguma razão o mesmo se "desatar" pode acontecer uma de duas coisas: ou vai desatado até ao destino sem precalços, ou trincamo-lo e estatelamo-nos com a "fronha" no chão. Logo, ou não tinha importância e conseguimos chegar ao destino ou, caso contrário, convém "reatar" o atacador antes de seguir viagem.
Uma amizade "desatada" pode, sem dúvida, ser o tipo de atacador que nos faz cair, quando devia estar "atada", garantindo que tal não sucedia.
Toda esta história só para chegar a uma pequena conclusão: "Amizade "reatada", trambulhão evitado...!".
PS: Por vezes fico agradavelmente impressionado com o meu brilhantismo.
PS2: Sim, és a maior!=)

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

ISTo sim...


Viver em Lisboa e estudar no Técnico é um tal acumular de novas experiências.
Vejamos o caso de ver o raiar de um sol que nasce, espelhado nas fachadas envidraças do imponente edifício da Caixa Geral de Depósitos. O que me proporcionaria tal visão que não uma sempre agradável directa de trabalho no IST? Provavelmente não chegaria a ver o tom avermelhado que o vidro pode tomar, quando exposto a ténues raios solares... E afinal de contas, que mal advém de uma ou outra olheira gigante? Aqui é sempre a pensar em nós e na forma como nos fazer passar por novas experiências.
É ou não verdade, que depois de a coisa ser exposta, numa "prosa airosa" que alguém diz que gosta, toma contornos de algo aprazível de ser repetido? Obrigado Técnico pelo que nos dás!

domingo, 16 de novembro de 2008

Bem, cá estou eu, regressado de latadas e de época de frequências. Melhor do que nunca, com uma vitalidade estonteante...vá, a vitalidade só amanha que hoje não trago a Força cmg...

É após uma super noite de Bairro, cheia de vinho de mesa e dentes pretos, de "super" músicas e caras bonitas, de um Maurinho que parecia mas não era, de outro que pensa que não mas que asno é, que vos volto a escrever numa prosa toda airosa, aquilo que me corre na alma. Sim, porque hoje corre lento,mas corre...

Desde coisas azuis e rosas, penduradas em árvores sem folha, a rosetas formosas, de patos sem lingua a coisas do outro mundo, foi uma noite agradável IST+BTP+ESD(mesmo sabendo que "curso de dança?Isso não existe"Super miguee-él..lalalala la laaaaa"). A repetir o coração em forma de espiral! Lamento, mas a minha airosa prosa hj está limitada e não consigo reproduzir algo como iogurtes em vinha d'alhos...=/ bjo